“Para se fazer morada Deus precisou de Maria para o céu descer à Terra”

Como todos os dias a penúltima noite de novena nesta quinta-feira, 22, congregou uma multidão de fieis tanto no interior do templo dedicado à Virgem Maria como na sua extensão no Lardo Dom Gerardo acompanhando pelos telões.

O rito penitencial abreviado para a Peregrinação e entrada pela Porta da Misericórdia reuniu os noitários das paróquias da Forania da Serra de Teixeira juntamente com a paróquia do Sagrado Coração de Jesus, a Pastoral do Batismo, Catequese 1ª Eucaristia, Cursilho de Cristandade e Escolas.

Os louvores e orações ressoaram nos lábios e, sobretudo nos corações de cada devoto que dirigiram suas preces àquela que é a Mãe e Porta da Misericórdia como nos lembra o tema da festa.

Em suas primeiras palavras, o pregador da noite, Pe Alixandre Soares, pároco de Santo Antonio em Patos, mencionou o fato de toda a comunidade durante a festa experimentar um verdadeiro retiro espiritual.

“Para se fazer morada Deus precisou de Maria para o céu descer à Terra”, afirmou Pe Alixandre fazendo um paralelo sobre a importância da Virgem Maria no plano da salvação misericordiosa de Deus.

Fazendo reverberar a prática sanguinária, Herodes quer ver Jesus, não para contemplá-lo como o “Rosto da Misericórdia”, mas antes para fazer calar a voz de profeta, e impedir Jesus de inaugurar seu reino de amor e paz entre nós!

“Ver implica conhecer, amar e testemunhar” vai, portanto além de uma simples visão é entender como Maria a enxergar seu filho Jesus, concluiu sua homilia.

Entoando a ladainha da padroeira, a Senhora Da Guia, todos vibraram demonstrando sua fé e a intercessão com voz forte e amorosa alegria.

Momento excepcional se deu ao final da novena onde todos cantaram com os noitários, filhos ausentes, devotos e um sabor já de despedida formando um grande coral para louvar a Deus por meio de Maria com o hino de Nossa Senhora Da Guia.

A parte cultural da festa no pavilhão ficou por conta de Pedro Carpelli e Banda e evidentemente a confraternização das famílias patoenses.

Matéria: Carlos Ferreira
Imagens: Wiviane Felix

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